domingo, 7 de dezembro de 2008

2008 e a UFMS

O blog está parado. Eu sei disso. Não precisa vocês me cobrarem atualizações. O problema é que não há sobre o que eu falar e expor aqui, ou que eu acredite que eu deva falar aqui. Me falta assunto, me falta criatividade, me falta ânimo.

Pensei no que escrever para evitar as teias de aranha. E tem coisa melhor do que falar sobre algo que se encerrou há pouco: mais um ano de faculdade. Pois é, parece que foi ontem que vi meu nome na lista de aprovados e quase desmaiei em frente ao PC, contente porque iria fazer uma faculdade. Acreditem, se eu não tivesse passado na federal eu não faria nada.

Um balanço desses três anos passados. Experiências diversas e insubstituíveis. Um total de 5 viagens para congressos. Vários amigos. Várias inimizades (não, eu não agrado a todos). Algumas (leia-se muitas) decepções. Aprendizados. Passei por três empresas, onde fiz estágio e cresci como profissional. E muitos ideais novos e velhos reformulados.

Porém esse terceiro ano foi marcante demais. Diria eu um ano kármico na faculdade. Quando você pensa que está tudo perfeito e que agora a coisa anda é que você percebe que o bolo desandou e, infelizmente, você só percebe a situação depois de colocá-lo na vitrine. Dos meus 3 melhores amigos, que eu tinha desde o primeiro ano de faculdade, só uma célula sobrevive e me aguenta até hoje. Das duas restantes, uma é problemática mesmo e cansa numa certa hora, outra simplesmente resolveu (acredito) que poderia ser melhor sem a minha presença no seu cotidiano. É triste, mas verdadeiro.

Em compensação ganhei pessoas maravilhosas durante esse ano. Fabrício, Fer, Camila e Carol (citando claro, somente a minha sala, mas outras pessoas existem e me fazem bem na faculdade). Pessoas que me aproximei demais esse ano e que me deram suporte pra aguentar muita coisa e continuar de pé. Obrigado!

Agora vem novas preocupações... último ano de faculdade, ou seja, TCC (vulgo projeto experimental, quando se trata de jornalismo). Preciso de um estágio e botar meu tcc pra andar.


Tomara que 2009 seja um ano melhor pra todos nós!

(Ouvindo: PCD - I Hate This Part)

sábado, 29 de novembro de 2008

Show no Brasil

Ontem à noite durante uma conversa via msn com um AMIGÃO meu (vulgo Fabrício) acabei descobrindo uma coisa que me deixou extremamente radiante. Desde já afirmo que esse post pode não agradar alguns por uma questão de gosto. Mas o que importa é que me deixou feliz e estou até o momento.

Links de vídeos pra lá, notícias pra cá... fuçando a internet e eu descobri: O grupo norte-americano Pussycat Dolls virão ao Brasil no ano que vem para fazer quatro shows. Pois é. Não é o meu grupo favorito e quem idolatro horrores (aliás todos sabem quem eu idolatro), mas eu adoro a música delas e como elas são extremamente sexy. Vocês podem ver pela foto.


Quem nunca ouviu 0 sucesso Don't Cha?

Pois é isso... dias 10 e 11/04 elas vão estar em São Paulo, dia 12 no Rio de Janeiro e dia 18 em Belo Horizonte! Quero muito e estou me programando para ir a SP no dia 11... torcer para dar certo!

Breve Histórico


The Pussycat Dolls é um quinteto americano de pop e R&B, fundado pela coreógrafa Robin Antin em 1995. O grupo começou como uma trupe burlesca em Los Angeles, e depois foram "recriadas" como um grupo musical em 2003. Possuem diversificados Reality Shows, uma casa noturna em Las Vegas, e outros empreendimentos supervisionados por Robin e seus parceiros. O grupo musical lançou seu primeiro single em 2004, conseguindo um sucesso comercial no mundo todo. Atualmente estão divulgando o seu segundo álbum de estúdio Doll Domination (Lançado em 23 de Setembro de 2008.)

Bom... é esperar abril para curtir né?


video

(Ouvindo: PCD - Whatcha Think About That)

domingo, 16 de novembro de 2008

Indiferença na mutação de sentimentos

Alguém me diz se há algo pior do que a indiferença? Seja ela de uma pessoa pela qual você tem amor, seja de um amigo, seja de qualquer um. Eu não sei o que você, caro leitor, pensa; mas pra mim não há nada pior do que ser simplesmente um vácuo na vida de alguém.

Diz o dicionário... Indiferença: desinteresse, negligência, apatia.

Imagine só. Você é apaixonado por uma pessoa e vive demonstrando isso das mais diversas formas. Mas... a pessoa simplesmente finge não ver, não perceber ou não dar valor ao que você faz. Ou então uma situação menos complicada, porém não menos dolorosa. Você e seu amigo brigaram, mesmo assim você de vez em quando manda mensagens e diz que sente saudades das conversas e do convívio. E o que você recebe em troca? N-A-D-A... é como se você nem tivesse manifestado os seus sentimentos.

Ruim né?

Até onde a indiferença pode nos machucar, nos atingir e mudar os nossos sentimentos? Depois de um tempo deixado em inércia é bem possível que aquela coisa bonita seja extremamente dificultoso de reatar.

Por isso eu sou assim... expresso e manifesto tudo o que eu sinto (em especial as coisas boas). Faço as pessoas perceberem e saberem que realmente gosto delas no meu cotidiano. Mas se não dão valor, se há a tal indiferença, talvez aquilo adormeça ou morra. Nenhum sentimento está ileso de mutação.

Sendo assim... se você gosta de um amigo, de uma pessoa e lhe dá valor... diga isso ok? Ou talvez depois possa ser tarde!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

BOOM... ou não

Se eu soubesse que ao escrever um texto sobre o calor infernal dessa cidade, Deus ouviria as minhas preces e faria algo a respeito, eu já teria escrito há muito tempo. Aliás, alguém sabe o nome do Deus do Inverno? (se é que existe... hahahaha)

Muitas vezes eu digo para os outros e pra mim mesmo algo que sempre indago.

"E quem disse que era pra ser fácil?"

Se você me tem no MSN há pelo menos 1 mês já deve ter visto essa frase na minha mensagem pessoal. A vida, os objetivos, as metas, a evolução, tudo é difícil. A gente sempre age pensando que vai ser fácil ou que vai dar tudo certo. Grande engano. Os obstáculos SEMPRE aparecem.

Escrevi isso para dizer que nada tem sido fácil.


Sou uma bomba ambulante... e o pavil já está muito pequeno. Qualquer faísca, mínima que seja, é capaz de causar uma catástrofe interna e externa. Sim, dependendo do que aconteça pode voar lama para todos os lados. uahuhauhauhahauha



Tic-Tac.... Tic-Tac... barulhos repetitivos também me irritam (né Fer?)

bjo pra quem bja... abraço pra quem abraça

terça-feira, 28 de outubro de 2008

A Capital do Inferno

Bom, mais do que lógico e óbvio vou falar sobre algo que permeia a minha mente nas últimas semanas. Aliás, permeia meu corpo todo. Calma, calma pessoas pervertidas de plantão. Eu estou falando do calor descomunal que paira sobre Campo Grande - A Capital do inferno (pelo menos é assim que eu a considero agora), pois provavelmente o andar debaixo deve estar mais fresco do que aqui.

Efeito estufa o escambal. Isso aqui está quente mesmo. Você toma um banho, fica cheiroso para ir ao trabalho e quando chega no ponto de ônibus (sim, sou pobre e daí?) já estamos suando. Ou seja, devemos gastar um pouco mais com um perfume que seja realmente bom para poder sobreviver nesta selva. O ônibus, que já não tinha uma das essências mais agradáveis que já senti, tem se tornado algo insuportável ultimamente. Hoje eu prefiro ficar em pé durante todo o percurso para pegar um ventinho que vem da janela quando o veículo acelera. Ficar sentado é um martírio, já que há anos eles aboliram as janelas inferiores.

E ainda querem que a população economize água e pense no futuro? Então devemos hidratar o corpo somente com o que considerarmos essencial nessa época? Banhos não podem nos refrescar? Capaz. Eu tomo muita água mesmo e muitos banhos também. Não estou nem aí.

Estou na torcida para que o sol
tenha pena de nós mortais,
pois se aumentar mais 1ºC...
eu juro que viro pó!



(Ouvindo: Take Over The World - PCD)

sábado, 18 de outubro de 2008

Real e Virtual

Como a vida é engraçada não é?

Todos esses meus 20 anos eu fui exatamente a mesma coisa. Poucas mudanças na minha essência e meu jeito. Raríssimas exceções onde situações extremas me fazem agir diferentemente de todo o meu histórico pessoal.

Por exemplo no campo amoroso, digamos assim. Eu sempre fui (e sou) uma pessoa muito tímida para isso. Não consigo chegar nas pessoas e falar o que sinto, o que penso e o que quero, dizer que estou a fim com muita facilidade. Aliás, dá pra contar nos dedos às vezes em que fiz isso.

Alguns amigos já até falaram/aconselharam que eu deveria ser mais impulsivo e outras coisas do gênero.

Mas vamos ao ponto que eu quero chegar.

Muitas vezes eu fico muito tempo conversando com pessoas via msn, ás vezes até evito que a coisa parta para a vida real, pois tenho medo do castelinho desmoronar. E sempre fui criticado por isso. E até concordo com os que me disseram isso. Ok!

Essa semana eu fiz o que eu já devia fazer há muito tempo. Encontrei, conversei, falei na cara dura: tô a fim de você, me beija. Pasmem. Sabe qual foi a resposta?

"Ai agora aqui não é uma boa hora. Me encontra amanhã no msn que a gente conversa sobre isso"

ahauhauhauhauhauhauhauhauhauhauauhau (é pra rir né?)

E o pior é que me garantiram que não foi um fora. Quando eu realmente resolvo tomar atitude e viver minha vida real, querem torná-la virtual.

Dá pra acreditar?

Vamos ver o que acontece né?
A vida é estranha... as pessoas ainda contribuem para que eu pense assim!

(Ouvindo: Single Ladies - Beyoncé 'nova música da foderástica')

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Palavras e Convicções

O intuito desse post não é uma correção, muito menos uma satisfação que eu queira ou deva dar. Acontece que as pessoas tem a mania de distorcer falas, palavras e, até mesmo, atitudes. Essa semana me deparei com algo muito chato. Uma pessoa que eu gosto muito veio me perguntar sobre o meu blog. Eu passei o endereço e a verdade surgiu com essa fala: "Você escreveu sobre a TVU em algum texto seu? Porque foram fazer uma pesquisa na internet e descobriram seu blog e diz que você falou mal da TV e que desprezou o estágio."

Isso caiu como uma facada nas costas pra mim. Se você, caro leitor, estiver interessado em saber o que eu escrevi vá ao post intitulado "Experiência como imprensa". Eu não falei da TVU, muito menos desprezei o meu primeiro estágio. O único ponto negativo que eu disse foi o salário, e continuo reafirmando isso. Imagine você trabalhar e em troca receber apenas R$ 180,00. É pouco, não nego que acho isso.

De resto apenas destaquei os pontos fortes que a TV me proporcionou. O aprendizado, as lutas, as amizades, etc.. Lá eu tinha uma família. Tinha porque já não trabalho mais lá. E o que mais me incomodou foi saber que me criticavam através das distorções das minha palavras, enquanto no corredor da faculdade eu encontrava a minha ex-chefinha Tânia Lobeca e falava: "que saudades da TV.... morro de vontade de voltar a trabalhar lá".

Foi ali que eu pude errar, acertar, aprender. Foram 11 meses, não é pouco tempo. Nas férias de final de ano, o único estagiário que ficou trabalhando fui eu. Eu ficaria se não gostasse? Isso é só pra provar o quanto as pessoas são facilmente contestadas. Enquanto eu estive lá... fiz o meu melhor, enquanto estudante, para fazer algo bem feito e ir ao ar. É tão gratificante você se esforçar e depois ouvir de profissionais e do chefe superior que você é bom, que tem futuro.

As amizades também foi um dos pontos mais positivos na TVU. Tânia, Lu, Rubens, Marcão, Carlos, Cleiton, Ianara. Pessoas que me ensinaram muito e me ajudou a ser quem eu sou hoje. Se hoje eu sei algo sobre telejornalismo foi lá que aprendi. Pauta, reportagem, roteiro, edição. Lá eu fiz projetos, tentei fazer algo pela empresa também.

Então, para você que entrou aqui no meu blog, leu aquele único parágrafo onde eu falava sobre a TV e fez esse estardalhaço todo... CUIDADO! Você pode até conseguir distorcer as minhas palavras, mas nunca as minha convicções.

sábado, 11 de outubro de 2008

Toda História Tem Um Final (2)

A inspiração me veio hoje. Mas não de um fato ou outro acontecimento qualquer que merecesse um espaço aqui. A inspiração se fez presente de novo por meio de mais uma literatura terminada. Estou em uma "vibe" muito louca de ler livros e tenho a sorte de encontrar apenas livros que me fascinam e me fazem querer e gostar de lê-los.

Antes deste livro do qual hoje farei um breve comentário, eu li "A menina que roubava livros". Comprei-o no aeroporto de Brasília enquanto voltava de Natal, codinome Intercom. O livro é ótimo. Não é uma leitura exatamente descomprometida. É densa e cheia de conhecimento. Eu aconselho.
Mas hoje volto a este blog para falar mais uma vez dessa saga chamada Harry Potter. Como vocês, meus fiéis leitores, sabem, eu escrevi um post sobre o sexto livro e aguardava ansioso por ler o último. Eis que ele chegou semana passada e cada tempo vago foi dedicado ao mesmo. Cheguei ao cúmulo de ler o livro no ônibus com a respiração extremamente ofegante e soltar alguns espasmos vocais conforme eu percorria o olho pelas palavras. Fique tranquilos aqueles que ainda não leram o livro, não contarei o final da história aqui.

Minhas impressões...
J. K. Rowling é uma escritora fantástica e com uma mente muito criativa e perspicaz. Poucos sabem, mas ela demorou um total de 17 anos escrevendo os livros do pequeno bruxo e sua luta contra Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. 17 anos e 7 livros... sendo que o primeiro só foi lançado após sete anos de construção, afinal ela tinha que saber certinho o que aconteceria e como a história seria desenvolvida até o final. Aliás, se alguém já leu os livros e não percebeu: o número 7 é uma constante na vida e obra dela.

Algumas curiosidades que a própria autora revelou em um documentário que eu assisti hoje na Tv...
1- A mãe dela faleceu em 1990 quando ela ainda pensava no enredo do livro e nem imaginava que se tornaria isso tudo
2 - Dumbledore é gay, segundo a autora vários fãs ficaram irritados quando ela declarou isso
3 - Os livros acabaram, mas Rowling sabe o final de cada personagem com uma árvore genealógica... seus casamentos... seus filhos... suas profissões... ela sentiu necessidade de fazer isso porque ela mesma precisava de respostas
4 - Ela não quer mais escrever sobre O-Menino-Que-Sobreviveu ou sobre Horgwats... veremos até quando isso dura... ela já começou a escrever o que denomina um conto de fadas político... mas não tem pressa em terminar e lançar

No final do livro ainda acredito que a principal heroína de toda essa saga é a bruxinha mais inteligente de Horgwats: Hermione. Quem leu ou viu algum filme sabe... ela é foda desde o começo! Eu particularmente gostei muito do final. Só achei que deixaram uma brecha muito evidente de ligações mais profundas entre o bem e o mal... e não falaram sobre isso. Mesmo assim não prejudicou o desfecho. Não entrarei mais a fundo na história para não estragar para quem ainda não leu.... mas quem quiser conversar sobre é só me procurar...!! Aconselho e muito as pessoas se apropriarem da história do jovem bruxo marcado pela morte!

Foi o livro mais rápido que já li. Fiquei extasiado ao terminar. Que venham os filmes... e quem sabe... futuros recomeços!

Encerro o post com uma frase da autora e que, acredito eu, se encaixa pra mim...
"Eu fiz o melhor que pude com o talento que tinha"

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Papel Velho e Sem Inspiração

Busco uma inspiração para escrever. Não somente aqui no blog, mas no trabalho, no msn. Em tudo. A bendita inspiração ou ao menos um brainstorm insiste em fugir de mim e nem se quer me faz lembrar que o mesmo existe. Há duas semanas que não posto no blog e são poucas e raras às vezes que fico no msn conversando horas.

Seria um momento no qual prefiro mais os contatos interpessoais de forma direta? O tal cara-a-cara? Mesmo assim me pregam peças! A minha inspiração está censurada por mim mesmo desde o dia em que prometi to myself que não iria mais expor aqui a minha vida pessoal como fiz em um blog anterior. O porém é quando a inspiração só vem para tentar quebrar meus conceitos e se fazer presente apenas nos assuntos pessoais. O mundo já não me interessa mais como antes. Me concentro mais em mim mesmo e talvez por isso eu seja, hoje, uma bomba ambulante só esperando o ápice para o "BUM".

Esses momentos de inspiração na vida pessoal me fez escrever, mas não aqui. Me fez escrever depoimentos, mensagens SMS e outras formas de contato para os amigos que tanto gosto. Aí veio mais uma coisa pra me chatear. Essa inspiração me fez ver que meus amigos são descaradamente roubados do meu cotidiano por um antes estranho que resolve ser o novo. E eu? Sou o papel velho, sempre deixado de lado na hora da mudança. Estou lá embaixo de todas aquelas caixas com as suas lembranças. Até que o novo se torna chato e não há mais tanta graça naquilo. E a quem recorremos? Ao papel velho. Aquele lá no meio das suas lembraças.

E ele sempre tem as palavras certas. As que você o ajudou a escrever. O que muitos não percebem ao se entusiasmarem com o "novo e interessante estranho" é que por mais que o papel velho esteja ali, talvez o dia em que você procure nele as palavras, as traças já tenham feito dele apenas mais uma lembrança. Não há mais papel velho. Talvez não haverá mais eu.

Enquanto uns roubam as amizades, os outros "usurpados" fazem de tudo para manter legíveis as palavras. Quando o problema todo começa por causa da falta de contato e carinho, o remédio não é a distância.

Se divirtam com o brinquedo novo! O papel velho está aqui, sem muito o que comemorar e sem nenhuma inspiração!


(Ouvindo: Beyoncé - Stop Sign)

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Toda história tem um final

Preparem-se este é o último capítulo da nossa aventura. Eu havia pensado em mais dois, porém as lembranças vão ficando menos minuciosas e os posts corriam o risco de ficar menos descritivos e interessantes. Por isso resolvi encerrar a jornada em Natal aqui. Com a foto dessa família linda.

Na terça-feira havia mais uma pessoa para chegar em Natal ainda, a professora Daniela Ota. Todos nós já estávamos lá. O que não sabíamos é que a gente ia conhecer mais uma pessoa, uma pessoa que surgiu no nosso quarto. Pra variar estávamos na praia e quando voltamos para o hotel conhecemos o Zezinho... uma pessoa de início quieta, mas que não demorou muito para se enturmar e conviver com essa trupe maluca aqui. Além dele ser super gente boa ele levou um notebook e a Nanda fez a festa com a internet do hotel... uahauhauhaua.

Formada a "gangue" do mato a gente quase não se desgrudava. Teve o luau, que foi até legalzinho... a música estava legal. Teve os imensuráveis dias na praia com as quase-insolações da Gi e da Nanda. Os jantares maravilhosos no hotel. As saídas na vida noturna da city. Poucas, confesso que só saí um dia, mas garanto que não perdeu nada quem ficou no hotel. A cidade não tem nada de BOM para se fazer e ir à noite. ACREDITEM!

E teve também, claro, aquilo que nós "realmente" fomos fazer lá: apresentar trabalho. Quinta e sexta. Esses foram os dias que nos predispusemos a ir no congresso, pois a família ia mostrar a cara para o mundo acadêmico e mostrar que a UFMS é foda... ou pelo menos a gente finge ser ok? uahuahuahuahauhaua.... A Jo arrasou, ela foi quase sabotada pelo povo da organização com tantas coisas que aconteceram durante a apresentação dela; mas segurou bem falou tudo e foi extremamente aplaudida. VAI JO! A Pamela detonou.... com um assunto já massacrado pela mídia (Caso Isabella) ela demonstrou que a imprensa não tem notícia e abusa dos fatos para vender; e foi muito comentada e elogiada. A Greicynha também foi ótima. Na hora das perguntas foi um bombardeio em cima dela, todos queriam saber como o curso de jornalismo da UFMS conseguiu a proeza de montar o Núcleo de Jornalismo Científico e blábláblá... sentimos até uma pontinha de inveja do pessoal lá! uahuahuahuaha....

Eu, Pedro e Nanda também apresentamos. Confesso que estava muitoo tranquilo, mas no dia, algumas horas antes, começou a bater o nervoso. Mas não tinha porque eu sabia muito bem sobre o que eu devia falar. Ok... apresentamos e fomos muito elogiados por pesquisar algo tão importante hoje e nos aplaudiram DUAS VEZES! É muito bom sentir seu trabalho reconhecido! Obrigado Nanda e Pedro... \o/

No mais foi tudo normal... praia... praia... praia.... Hora de voltar... E voltamos de Webjet. Um aviso: nunca, se puderem escolher, optem pela Webjet. Os aviões são da antiga Vasp, reformados claro, mas entenda reforma como a pintura da lataria da aeronave com a logomarca da nova empresa, por dentro é tudo péssimo. ACREDITEM.... foi um dos piores vôos que eu já peguei. A Tam e a Gol são ótimas ok? uahuahuahauhauhaa

As fotos estão no orkut para quem quiser conferir mais... dúvidas eu respondo... uahuahuahuahuaa

Termina aqui a aventura para Natal... a cidade com um presépio na entrada, com a praia perfeita... e a péssima vida noturna! Agradecer a esse pessoal, a família, que foi parceira demais lá. Como sempre amizades fortalecidas, amizades conquistadas e muitaaaa história pra contar!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Um Presépio para Natal


Finalmente a gente chegou na cidade-destino, Natal, a capital do Rio Grande do Norte. Aquela cidade que, quando você olha no mapa do país, fica láááááá em cima. Desembarcamos e fomos fazer o que eu menos gosto quando viajo de avião: ficar olhando aquela esteira com milhões de malas e esperar que a sua passe e você consiga puxá-la. Sim, porque dependendo da situação você chega a ser ridículo, como quando apareceu uma mala GIGANTESCA rosa com uma hello kity em alto relevo e todo o aeroporto comentou. A dona da mala, no mínimo, percebeu. Chato né? Deixa o gosto dela em paz, apesar de ser exagerado, mas é o gosto dela "tadinha". Todos pegamos as malas, exceto a Pam e a Gi, que foram umas das últimas a ver a coisinha pesada apontar e rodar na sala de desembarque.

Vamos para a Van. Vamos para o hotel, por favor. Apesar de ser avião, cansa sabia? No caminho a gente ria demais, comentava as coisas do vôo, dávamos uma bela olhada na cidade e tentávamos fazer nossos celulares pegarem sinal. Eis que alguém repara e aponta: na entrada da cidade existe um presépio, com direito a estrela de Davi e tudo. Afinal a cidade se chama "Natal" não é? auahuahuahuahuahuahuahua

No saguão do hotel foi aqueeeeeeeeela bagunça. Malas para todos os lados, pessoas curiosas, distribuição de quartos e uma ótima notícia. Os quartos eram triplos, mas (não sei porque) eu e o pedro ficamos sozinho em um. Melhor né? A aventura foi ir pro quarto nesse dia. Um moço falou que era para descermos para o 1º andar que o quarto ficava lá. Quarto 1103. Ok... mas no primeiro andar só axamos o quarto 103... não o 1103. Achamos que fosse aquele mesmo e que o primeiro número 1 fosse referente ao andar. A chave magnética, sim o hotel era super foda, não estava funcionando. A mulher da limpeza abriu a porta pra gente e entramos. Quando o Pedro foi arrumar as chaves é que descobrimos: Estávamos no quarto errado. uahuahuahuahuaa

Enfim achamos o nosso quarto e nos instalamos. Super bom gente, até secador de cabelo tinha no banheiro. A Pam não gostou daquele secador ("ele não adianta pro meu cabelo, é muito fraquinho). Bom... a tarde a van nos levou e buscou em um shopping que tinha ali perto, onde a gente resolveu almoçar. A cidade é movida a turismo, vocês não tem noção do quanto. Pleno setembro, sem nenhum feriado ou férias, e a cidade estava LOTADA de turistas. Compramos uma pizza e o cara queria que pagássemos R$ 5 em uma coca-cola de um litro. Um absurdo. Era praticamente um roubo desfarçado de bebida. A Nanda, viciada em coca como vocês sabem, saiu procurando uma mais barata. E achou.

A grande supresa desse dia foi o jantar. Ele estava incluso no pacote. E foi muito foda. Uma mesa enorme com uma variedade de pratos e outra com sobremesas que pareciam ter caído do céu. Eu sou viciado em doces e me acabei naquilo todo dia. A única coisa que o hotel raramente acertava era a seleção musical enquanto comíamos, tanto no café da manhã quanto no jantar. Era uma coisa meio "vamos dormir pessoal?". uahuahuahauhauhauhua

Como todos os dias ficamos conversando na beira da piscina até tarde da noite e depois fomos dormir. Estávamos cansados. Amanhã ia ter praia cedinho. Combinamos.

"Vamos acordar às 8hrs. A gente se arruma, toma café da manhã e vai pra praia ok?"

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sobe e Desce em Aeroportos

Sim, é verdade. Abandonei o blog por mais de uma semana. Mas foi por um motivo muito plausível, aliás, vários motivos: Avião + Hotel + Praia + Amigos + Algumas palestras + Diversão. Acho que isso é o suficiente para justificar a minha ausência né?

Como prometido vou comentar alguns pontos dessa viagem que promete ficar para história das nossas vidas, afinal foi inesquecível.

Ok... tudo começou no primeiro ano de faculdade quando descobrimos a existência desse tal congresso chamado Intercom e combinamos de ir em todos os anos. Primeiro Brasília. Depois Santos. E esse ano foi Natal (não, não tem nada a ver com o Papai Noel, apesar de ter um presépio gigante, com direito a estrelinha e tudo, na entrada da cidade). Só que dessa vez eu quase não fui, era muito caro. Escrevi um artigo junto com dois amigos e foi aprovado. Só assim para eu fazer um esforcinho e ir né?

As trabalhadas começaram logo no Aeroporto de Big Field. A Nanda pra variar atrasou horrores, mesmo confirmando o horário comigo pouco antes de sair de casa. A bolha rosa ainda no aeroporto fez o favor de manchar o casaco (sim, ela levou casaco pra praia) com um chocolate quente. Essa é a Nanda! Ainda teve um casaco esquecido no banco do aeroporto, que a Pam fez questão de levar no achados e perdidos (uma alma boa e caridosa, que logo teve a sua recompensa). Já pensávamos em como faríamos para sentarmos juntos, ja que cada um estava em um ponto do avião. Mas deu tudo certo... cada descida em um aeroporto era um troca-troca de assentos hilário!

Ok... embarcamos no avião da Tam rumo à Natal... mas antes fizemos algumas "poucas" paradas breves! Isso é que dar viajar com passagem barata não é? Primeiro em São Paulo. Depois Rio de Janeiro e, finalmente, Natal. Em todas nós trocamos de aeronave... e haja lanchinhos da Tam pra sustentar e enganar o estômago desse povo hein! É importante lembrar que algumas pessoas estavam voando pela primeira vez na vida, como a Jo e a Suzan. Não sei se você, caro leitor, percebeu, mas nós fizemos o trecho da ponte aérea Rio-SP e, claro, juntamente conosco embarcaram pessoas famosas ou nem tão famosas... hahahahaha! Frank Aguiar (ele é estranho), o famoso cãozinho dos teclados. E a cantora Marina Elali, que inclusive é de Natal (coincidência não é?). Ela foi super simpática e sorriu para a Jo que estava ao meu lado, aliás ela eh muito bonita, mas fazia questão de levantar várias vezes para ir ao banheiro e mostrar que estava ali. Gente famosa, vai entender!

Não sei se eu não dei sorte, mas pelo que pude ver do Rio de Janeiro, ele não é tão lindo assim não. Aliás, achei ele beeem feinho, pelo menos de cima. Sabe a abertura da novela "Duas Caras"? Então, é a mesma coisa que eu vi. Aff.... Chuviscava muito na cidade nem tão maravilhosa e demorou um pouco mais para embarcarmos. O suficiente para a Nanda ir comprar um donut e fazer daquele aeroporto um local de caça. Fui alvejado, no bom sentido. Foi muito bom! Hahahahahaha...

Quase perdemos o vôo porque o sistema do microfone que fica avisando os embarques não chegava até a praça de alimentação acredita? Parece até a rádio corredor, só pega em uma parte do local... uahuahuahuahua... Pam, Pedro e Jo esperavam ansiosos por nós que não voltávamos nunca... mas deu tudo certo... embarcamos rumo à praia (ops, Intercom)!

Esse é só o primeiro capítulo, aguardem o resto. Apenas um gostinho do começo da nossa aventura. Tanta coisa e olha que isso foi só a ida para lá!

\o/

Beijos e Abraços

sábado, 30 de agosto de 2008

Viagem à negócios!


Bom... mais uma etapa e uma vontade que vão ser concretizadas.

Sempre fui aos congressos da Intercom como ouvinte e baladeiro (claro!), mas dessa vez vai ser diferente. Vou apresentar artigo junto com duas pessoinhas extremamente especiais (não é Nanda e Pedro?)

Por isso essa semana não vou postar no blog, estarei em Natal - RN estudando muitooo sabe?

hauahuahuahuahauhau

Dei uma parada na arrumação da mala que será fechada daqui a pouco para vir dar uma satisfação para vocês fiéis leitores!

Quando eu voltar conto como foi tudo!


Beijos e Abraços!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Experiência como imprensa

Já há algum tempo eu trabalho com jornalismo. Primeiro na TV UFMS onde (é claro) o estagiário é um total Bombril, mil e uma utilidades. Mas não reclamo disso não. Dessa forma foi possível eu aprender muito mais do que simplesmente montar uma pauta e segurar um microfone. Pois acreditem: muitos saem de lá sabendo apenas fazer isso. Eu buscava as pautas, fazia passagens, apresentava os programas e já até gravei com uma mini-dv. Pouco antes de sair da TVU eu já sabia editar na ilha digital e fazia isso com todas as minhas matérias para treinar. A TVU é movida pelos estagiários, sem eles não existiria. Uma reinvidicação é que pagam muito pouco pelo tanto que fazia/fazem. Um outro fator positivo é a falta de estrutura e equipamento que me fez sair preparado para tudo. Saí por outros motivos que não acho necessário apontar aqui.

Então surgiu uma nova oportunidade, trabalhar na ONG Girassolidário - Agência em Defesa da Infância e Adolescência. Essa experiência já foi um pouco mais voltada para a assessoria de imprensa, não em sua total essência, mas já dava uma boa noção. Clipping diário, Sugestões de pauta semanais para os veículos de comunicação e outras tarefas era o que eu fazia. Mas o que eu gostaria de ressaltar da minha passada pela Gira são as amizades que fiz lá! Rapha (super chefinho), Jenifer, Stephan, Eliane, Magui e Rosa Rose (piadinha interna) são as novas pessoas na minha vida depois da minha entrada na ONG. E algumas velhas amizades que se fortaleceram, como a Ju Feliz (ela vai ser mamãe de novo, que lindo!) e a Bárbara, minha parceira nas manhãs. Eu dava muita risada e aprendia ainda mais.

Quando pensava estar tudo certo e definido o telejornalismo, ou a televisão enquanto empresa, voltou para o meu caminho. Consegui um estágio na TV Guanandi, filiada da rede Band aqui no MS, para trabalhar na produção de um programa. Estou lá há apenas um mês e é legal, pois hoje eu acompanho toda a pré-produção de um programa antes da estréia. Cenário, Briffing, equipe de externa, cubo de microfone, entre outros. Vejam como eu evolui, agora tenho um microfone sem fio, chique né?

Mas o que eu realmente queria passar nesse post é: como se torna engraçado ser imprensa em local público. Já havia passado por isso algumas vezes com a TVU e agora com a TV Guanandi. Você já experimentou sair com a equipe de externa da tv em um parque cheio de pessoas, pendurando um crachá dizendo que você trabalha lá? É muito engraçado. As pessoas olham muito e olham diferente para você. Não sei como é isso em outras cidades, mas em Campo Grande as pessoas meio que divinizam, tratam como superiores as pessoas que trabalham na televisão. O que eu sei, não é nada verdade. Bom, engraçado também é quando as pessoas passam pela nossa equipe e dizem que querem fazer uma denúncia para o programa do Picarelli e a gente tem que responder sempre: nós não somos da equipe do Picarelli, mas o sr. pode ligar na tv e falar com alguém da produção dele ok?

auhauhauhauhuahuahuahuahuahuahuhauahuuauhauhauha

É isso aí, veremos o que a vida de imprensa nos oferecerá!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

De volta a uma leitura extasiante

Há muito tempo que eu não pego um livro e leio página por página com tanto gosto como na última semana. Me lembro que o último vestígio de uma boa leitura foi regada de saudades da minha cadela que morreu há um ano. "Marley e Eu" conta a história de um jornalista e o seu cachorro travesso. Recomendo, gostei muito e já virou até um filme que deve entrar no circuito de cinema ainda esse ano.

Mas não é sobre cachorros que fala a minha mais recente leitura fascinante. No final do ano, quando estava na sexta série, foi lançado o primeiro filme de um garoto bruxo chamado Harry Potter. Eu tinha 12 anos, sim eu ainda era uma criança, brincava na rua e tudo, e aquele pobre bruxinho me cativou com sua história triste e suas magias me fascinavam. Resultado: na sétima séria, acreditem, meu material escolar era todo do filme. Desde o fichário, divisórias, folhas, estojo, borracha e por aí vai. Aguardava todos os anos o novo filme, mas nunca tinha lido nenhum dos livros. Era muito caro pagar R$ 50, para quem tinha uma mesada de R$ 20. Mas eu não me importava, os filmes me satisfaziam perfeitamente.

Já esse ano foi diferente. Eu queria ler o livro do próximo filme: "Harry Potter e o Enigma do Príncipe". Apesar de um amigo meu já ter me contado um ponto alto do filme por msn, eu ainda sentia imensa vontade de lê-lo. Uma professora me emprestou, mas por falta de tempo no final do semestre tive que devolver sem ter chegado à metade. A frustração e curiosidade latejavam em mim. Meus amigos estava todos relendo a brochura e não tinha quem me emprestasse logo. Movido pela falta de paciência e ansiedade eu fui e comprei o meu exemplar. Modéstia a parte uma pechincha (é assim que escreve?). O livro nem saiu da caixa direito e eu já comecei a folhear.

Cada capítulo uma nova descoberta um novo fato. Pareceu até Lost; explica uma coisa e joga mais outras vinte a serem desvendadas. Adorei isso. Todo o meu tempo livre era dedicado ao Harry e a sua luta contra Você-Sabe-Quem. Os feitiços e magias são os meus preferidos e o mais legal é que o bruxinho cresceu junto com a gente; ele até beija na boca e dá uns amassos. Ao final das 510 páginas vem uma nova vontade: quero ler o último livro. Assim que voltar de viagem (vou pro Intercom em Natal... \o/) é uma das primeiras coisas que farei, seja emprestado ou comprado.

Para quem gosta do "Eleito" aconselho e muito ler o livro. A autora, desculpem a palavra, é FODA e tem uma imaginação imensurável! O filme seria lançado no dia 21 de novembro, mas a Warner divulgou essa semana que prefere adiar para julho de 2009, quando começam os grandes lançamentos do ano nos Estados Unidos... uma pena esperar tanto. Porém, a distribuidora e produtora também já confirmaram que o próximo filme (a primeira parte do último livro) sairá em novembro de 2009! Momento jornalista!

Vamos esperar e ver o que acontece!

sábado, 16 de agosto de 2008

Quem noticia também vira notícia

Sim... eu havia prometido que o próximo post seria a matéria do projétil, mas eu não consegui pegar o arquivo de Word na "Redação". Então ele fica para uma outra hora.

A Fer me cobrou há 1 hora um post novo, mas eu não sabia o que falar, o que escrever. Não sou daqueles que costuma pegar toda e qualquer mazela própria e estampar no blog com comentários descritivos que remetem a filosofar sobre a vida. Não faz meu estilo, mas confesso que é interessante e alguns fazem isso magnificamente. Então, o que escrever nesse post?

O tão onipresente MSN em momentos do meu cotidiano me trouxe uma notícia, literalmente, que me fez ganhar o final de semana que não estava as mil maravilhas. Eu disse "literalmente" porque é realmente uma notícia. Não estou acostumado com isso, mas eu fui noticiado. Sim, o garoto acostumado a noticiar foi a própria notícia.

Intitulado "Jornalismo UFMS participa do Intercom em Natal" traz, dentre outros nomes, o meu. Jefferson Baicere, Fernanda Athas, Pedro Torraca e Greicy França. Essas quatro pessoas estão dando o que falar naquele departamento, acreditem. Apesar de poucos acreditarem no potencial dessa docente, ela faz por onde. E digo que acertei em cheio ao escolher a mesma como orientadora da iniciação científica. Enviamos o artigo e ele foi aceito, já ficamos super felizes. Depois viramos notícia no site do próprio departamento do curso e esses dias uma caloura me entrevistou para uma matéria, também sobre este assunto. Nossos nomes foram citados em uma mesa de debate do Intercon CO 2008, realizado em Dourados, como pesquisadores da área de jornalismo ambiental do Estado. E agora somos notícia na mais reconhecida organização de pesquisa de comunicação do país. Tudo com apenas um artigo, incrível não??

E acreditem: nossos projetos de iniciação foram recusados pelo "Comitê de Avaliação Externo da Universidade". O motivo eles não falam, apenas recusaram. Mas não tem problema, a gente vai pesquisar mesmo sem o certificado deles, pois, como podemos ver, os frutos já estão aqui né? Já temos alguns outros planos para botar em prática e, se tudo der certo, a universidade vai se arrepender de não nos ter "aceito". O reconhecimento vem aos poucos e é maravilhoso saber que acertamos!

Longe de mim querer fazer desse post uma auto-promoção, apenas fiquei extremamente feliz com a notícia e queria dividí-la com vocês. Quero agradecer muito a essas três pessoas que estão comigo nessa empreitada do Jornalismo Ambiental, vocês são demais! Agora é preparar a apresentação do artigo lá em Natal no início de setembro.

Segue o link da matéria no site da Intercom:
http://www.intercom.org.br/boletim/a04n108/acontece_ufms.shtml

terça-feira, 12 de agosto de 2008

O deadline mais flexível do mundo!!!

"Nós trabalhamos com prazo. Você não sabia Jefferson?"
Foi após essa frase que me vi 'obrigado' a ir na faculdade já no período de férias
Sim, por causa de atrasos de terceiros em fazer o que já deveria estar feito é que eu fui no meu primeiro dia de 'folga' da universidade para 'fexar' o tão comentado Projétil.
As palavras em destaque se encontram assim porque na verdade nada disso realmente aconteceu, pelo menos não dentro do prazo.
Para quem não sabe, ainda, o Projétil é o jornal laboratório do curso de Jornalismo da UFMS, aonde eu estudo.

Tudo começou na reunião de pauta da nossa segunda edição... fazer ou não fazer um jornal temático?... Após várias discussões optamos por fazer o tão falado temático, que, mais tarde, ficou mais comentado ainda.... Seria uma edição inteira sobre SEXO!!!!!!
Tenho que contar que, obviamente, a idéia do tema partiu da minha amada amiga Fernanda Pereira... essa que sempre comenta aqui no meu blog... aliás a matéria dela foi publicada no próprio blog... dêem uma lida!!
Bom... decidido o tema... vamos às pautas... surgiu de tudo... desde sexo só após o casamento, passando pelo comércio... até as ditas patologias!
Foram estabelecidos prazos... que eu afirmo CUMPRI!
Anyway....
A demora mesmo foi em ir pra gráfica... o jornal ficou pronto na sexta passada...!!!
Ficou lindo... posso dizer que dessa vez, sim, eu tenho orgulho do produto final!!

A minha matéria fala sobre os Gogoboys... um em específico aqui de Campo Grande claro... postarei a matéria no próximo post aqui para vocês!!!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Retorno.... prometo!

Nossa... nem me falem sobre a desatualização desse blog
Meus dois fiéis leitores (Fer e Fabrício) já até cansaram de me cobrar coisas novas por aqui
Mas a correria das últimas semanas, além de me tomar muito tempo, me tirou toda a inspiração
Agradeço os selos que me presentearam, mas não entendi direito ainda como funciona o esquema de retribuição; assim que eu aprender eu faço!
Após tanto tempo sem escrever, presume-se que eu viria com um post legal, com muita coisa para falar
Mas prometi fazer algo e vou fazer!

Há duas semanas eu relembrei uma fase legal da minha vida
Eu escuto muita música, muita mesmo, mas tenho as minhas preferências fixas
Olhando a minha pasta de áudios no pc resolvi rebuscar artistas mais remotos, que há muito eu não colocava para tocar
Eis que revejo algo que ouvia durante muito tempo e várias vezes ao dia, Evanescence
Nossa... acredito que por falta de um album novo eu acabei deixando meio de lado e fui escutar outras coisas
Ok... coloquei a pasta para tokar inteira
O mais gostoso é, depois de tanto tempo, lembrar das letras e as cenas dos clipes passarem instantaneamente na cabeça; algo como um deja vú
E, obviamente, essa banda só poderia me lembra uma pessoa: o Fabrício
Porque é a cara dele e porque eu tive a cara de pau de tentar "cantar" uma das músikas da banda com ele ao violão em um almoço da turma da faculdade
Claro que foi um mico, hoje acredito que seria beeem melhor!

Bom, é isso... O meu amigo mais do que merecia esse post!
É para você Fabrício!
E o album da banda voltou ao meu MP3!

Para quem gosta ou quer ouvir um pouco...

Evanescence - Call Me When You Are Sober (a música do mico)

http://br.youtube.com/watch?v=cEoP43Pv57k


Prometo manter isso aqui mais atualizado... e voltar a frequentar os blos dos amigos!
Agora eu tenho tempo... \o/

sábado, 5 de julho de 2008

Uma noite.. surge a dúvida

Pois é... faz muito tempo que não escrevo...
Mas acredite... as últimas semanas foram, com certeza, as mais corridas e conturbadas possíveis...
Desde o começo, nada pretencioso, desse blog havia prometido a mim mesmo que não escreveria sobre a minha vida pessoas. Apenas sobre assuntos que fosse de domínio social, que atingisse/afetasse a todos...
Infelizmente hoje aqui não será possível...
Os acontecimentos recentes me fazem agir de maneira diversa...

A noite de ontem me fez perceber o quanto as pessoas querem mandar na minha própria vida...
"Eu não vejo problema em falar com os outros de forma natural sobre a sua vida"
"Vai lá. Faça isso. Vai. Faz assim"
"Não. Você não vai fazer isso. Não depois de tudo o que aconteceu né?"
Até me negar um abraço me negaram.
A noite de ontem, que tinha tudo para ser perfeita, como sempre foi com a minha parceira vital, se tornaram insuportáveis a ponto de brecarem os meus pés enquanto tocava a música eletrônica...
Sim... chegou a esse ponto...
Dividido entre ser eu e deixar os outros comandarem um "eu" não foi nada fácil...
Em algumas horas eu era totalmente influenciado... em outras eu me lembrava da minha essência e arriscava...
Depois de muitos perguntarem "Você está bem?", ao final da noite quando os olhos ardendos disfarçavam lágrimas outras que não eram as minhas, mas poderiam muito bem ser, meus pensamentos me dominaram e nem a música conseguia ouvir...
Só pensava em algo: ir embora e tentar lembrar quem realmente eu sou
Poucas palavra sem um carro com cinco pessoas... no máximo um abraço e um tchau para o amigo que me surpreende a cada dia...
Uma cama que por cerca de 40 minutos, antes de adormecer, ficou tácita perante as minhas muitas mechidas e respirações que indagavam a razão para tudo aquilo...
Tentando descobrir quem sou cheguei a triste conclusão de que não sei ao certo responder isso...
Quem eu sou?
Sou e sempre fui eu mesmo? Ou todo esse tempo fui comandado?
Ao certo não sei... mas agora vou ao menos tentar traçar algo para chamar de "eu"!

domingo, 1 de junho de 2008

Para pensar no jornalista hoje e no futuro

Sim... presumo que, pelo menos por mais este post, falarei sobre a profissão que escolhi seguir e deixo já avisado que não me arrependo dessa escolha: ser jornalista!

Durante a faculdade os alunos do curso de jornalismo são incitados a promover mudanças sociais, provocar o debate de temas que sejam de interesse público; e isso deve ser feito mediante todas as técnicas aprendidas: pauta, apuração, entrevista, redação, etc.

Logo evidencia-se a idéia de que o trabalho de um jornalista profissional é escrever sobre a sociedade e para a sociedade, sempre com produtos inéditos e de sua própria autoria. Afinal, apesar de tantos manuais de redação, o jornalista sempre coloca o seu ic et nunc no seu texto, quando opta por ressaltar essa parte ou diminuir a outra.

Ao folhearmos os jornais impressos de Mato Grosso do Sul, e não são muitos que devam ser folheados, nos deparamos com poucos bons exemplos onde o nome do jornalista é explicitado na matéria dando o crédito ao mesmo. Na maioria dos jornais o termo "Da Redação" é comumente usado, o que, acredito eu, tira o mérito do trabalho dedicado para aquelas letras impressas e compradas pelo leitor.

Essa semana lendo um livro do jornalista Wilson da Costa Bueno (Jornalismo, Comunicação e Meio Ambiente), que por sinal é muito legal, me deparei com um termo novo ainda não apreendido na academia por este mero estudante. Salta aos meus olhos a palavra "publieditoria" e me faz pensar sobre essa tática aqui no Estado. Publieditoria são aquelas matérias que tem como função principal divulgar uma empresa, uma ação, um interesse específico e, pior ainda, é frequentemente utilizado através do ctrl+c ctrl+v de releases das assessorias de imprensas ou das agências de notícias especializadas e preocupadas com a cobertura jornalística sobre determinado tema.

Sabendo então sobre esse novo termo, para mim, vejo um exemplo claro de um jornal local que comete esse tipo de facilidade. Trata-se do jornal O Progresso que tem sua sede em Dourados e se "preocupa" em cobrir o interior do MS. Uma rápida olhada por suas páginas e um número absurdo de matérias trazem títulos como:
1- Prefeito de Caarapó inaugura sala de aula
2- Empresa de papel dobra lucro em 2007

Ok, esse é um dos casos que eu queria mostrar, através dos releases das assessorias dos órgãos públicos ou de empresas privadas. Já um segundo caso é referente akelas pautas ou sugestões de pauta enviadas por órgãos preocupados com a cobertura jornalística local. Uma experiência própria, já que trabalho em uma ONG que trata da criança e do adolescente na mídis, me fez ver que o copiar e colar é usado descaradamente. Nós enviamos uma sugestão de pauta para os veículos de comunicação do Estado para que cobrissem e fizessem matérias relacionadas ao assunto. No dia seguinte o jornal Folha do Povo publicou a sugestão de pauta na íntegra, mudando apenas o título. Pelo menos tiveram o trabalho de pensar em um novo título.

Lembro aqui que esses são apenas exemplos específicos para ilustrar e esclarecer o que eu tento evidenciar aqui.

O profissional de jornalismo atual tem preguiça de escrever e apurar ou isso pode ser considerado falta de profissionalismo? Isso também pode ter outras causas diversas, das quais me privo de ficar enumerando. Essas cópias desenfreadas e publieditorias tiram características intrínsecas dessa profissão como o comprometimento social e a isentabilidade financeira na hora da produção. As publieditorias fazem das matérias jornalísticas mais um espaço para o marketing, a publicidade e a divulgação de interesses específicos. A não realizam de matérias prórpias e cópia de produto alheio com um simples "da redação" é apropriação indevida de material feito por terceiro. Dá até processo.

Me pergunto se os profissionais dessa área, daqui uns 30 anos, vão precisar ter um senso crítico outro além de simplesmente selecionar o que será divulgado no seu veículo.

Ponto Final... espaço para reflexão nos comentários...
Agora as notas!

-post gigantes... faz tempo que não faço isso
-milhares de coisas para fazer... artigo... estágio... faculdade...
-entrega do projétil divertida... quero mais
-o que só eu e você sabemos... o que da nossa vida nós fazemos (let me think about it)
-deixa rolar!

segunda-feira, 31 de março de 2008

O que faço aqui?

Sim... axo q estou em crise...
a vontade, ás vezes, é largar a faculdade e seguir sem rumo
seria menos frustrante...!!

Hoje escuto de um professor de jornalismo a seguinte frase: "Não é função da universidade preparar o acadêmico para o mercado de trabalho"
oops.... pera aí... então o que eu estou fazendo sentado aqui pelo 3º ano consecutivo?
me fizeram de otário esse tempo todo? e ninguém pra me avisar?
Pior que pareço ser o único que se surpreende e discorda dessa "postura"
muitos ali ao meu redor concordaram com o docente...!!

O que eu sou então? Um ser alienado do mundo ao meu redor?
Que não enxergo um palmo à frente do meu nariz? com a cabeça fechada?
Não sei... começo a acreditar que não pertenço a esse mundo...
O mais engraçado é que, ao estar já no mercado de trabalho, me sinto bem...
melhor do que em plena sala de aula!
estranho não?

Estranho é eu continuar a gostar da profissão, mesmo após tantos motivos explícitos com placas em neon dizendo "CAIA FORA!"

domingo, 23 de março de 2008

O jornalismo no qual quero trabalhar

Será que é tão errado não pensar no jornalismo, na profissão de jornalista como todos?
Aqueles que querem fazer tudo melhor, mais profundo, melhor trabalhado...
E eu que prefiro a notícia pela notícia, o novo, o fato a ser levado à sociedade sem pormenores e enrolações...
Ultimamente me pego fazendo inúmeros trabalhos na faculdade que me pedem para ser o profissional jornalista que não pretendo ser...
Escrever, contextualizar, aprofundar, relacionar ou até mesmo narrar...
Não... eu não quero ser jornalista de revista ou veículos "alternativos"
Eu quero ser jornalista do jornal diário... aquele que informa... informa por informar
Será que é tão difícil aceitar e trabalhar na faculdade esse o jornalismo presente em 90% das redações?
Complicado, pois acredito eu que escrever é imprimir você e suas crenças através de palavras
Se eu não penso como me pedem como posso escrever o que me pedem?
Vamos pedir ao Papa para escrever um artigo sobre em favor do aborto?

Eu gosto e quero o jornalismo diário.. simples, claro e objetivo....!!
É tão difícil?

(Ouvindo: This is My Now - Jordim Sparks)

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Escolha uma vontade para o momento

Vontades....
Vontade de escrever tudo... e não falar nada...
vontade de me expor ao extremo e me esconder no mais improvável esconderijo...
vontade de me abrir e me calar...
vontade de sair correndo, gritando...
vontade de me trancar e ficar pensando...

São apenas vontades....!!
Fora isso me pergunto: o que deve ser a realidade? qual delas é a minha real vontade? qual delas deve ser a escolha correta para o momento?

(Ouvindo: When You're Gone - Avril Lavigne)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Sonhos que não saciam

Ficar muito tempo sem postar, implica, certamente, em uma grande dificuldade de determinar o assunto quando se resolve voltar à ativa!
Tanta coisa acontece diariamente na nossa vida...
uma hora estamos bem, esperançosos, felizes
na seguinte tudo se transforma em uma enorme dúvida... será?
coisas boas e coisas ruins que permeiam o nosso cotidiano.... e damos peso e valor que consideramos corretos para cada um desses acontecimentos e fatos...
hoje me perguntei: sonhar é humano. mas será q persistir em sonhar é burrice?
algumas vezes nos cansa os milhares de banhos de água fria que recebemos quando sonhamos, fazemos planos, esperamos
o próprio nome já diz... sonhar... entregar-se a fantasias e devaneios
portanto.. tudo oq sonhamos não passa disso? fantasias e devaneios?
é este o sentido da palavra... e se sonhar for mais q isso... pq dizemos q sonhamos???
creio q se dizemos que sonhamos... já estamos predizendo que não passará de sonho... tornar-se realidade é algo impossível!
Concluo que meus sonhos foram por água abaixo... me alimentar de esperanças com meus sonhos é como saciar a fome com fotos de comidas deliciosas... são comidas... mas não passam de fotos... não nos alimentam... no máximo nos trazem à tona a nossa vontade.... mas não saciam!
Assim são os sonhos...!!!